FMP é semifinalista em Competição de Direitos Humanos na Espanha

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Nos dias 4 e 8 de junho as acadêmicas da FMP Helena Heimerdinger e Sofia Heimerdinger participaram como oradoras da II Concorrência em Litígios Internacionais da Universidade de Alcalá, em Madri, na Espanha. Participaram como treinadoras as egressas Marina da Rosa e Camila Belinaso, juntamente com a observadora e acadêmica da FMP, Giovana Lima Michelon.

A competição foi realizada em espanhol e teve como objeto de estudo um caso hipotético perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos. O caso desta edição tratou sobre Imunidades Jurisdicionais dos Estados, Proteção Diplomática, Impunidade, Reparo Integral e Controle da Legalidade no exercício dos poderes da Comissão Interamericana.

Para a oradora Helena a experiência de participar da competição foi ímpar. “Mesmo sabendo do grau de dificuldade da mesma, conseguimos aprender muito durante as audiências. A troca com os outros participantes, bem como com os juízes e juízas e com o comitê organizador, muitos oriundos de outros países e culturas, foram situações muito enriquecedoras”, comenta a semifinalista.

Já para a oradora Sofia, a experiência foi desafiadora. “A experiência de ser pioneira na competição foi um pouco assustadora, já que não conhecíamos a metodologia da competição e o nível dos participantes. Entretanto, acabou sendo como esperávamos: com muita adrenalina e aprendizado”, ressalta.

De acordo com as competidoras, durante a preparação para a competição foi preciso escrever um memorial defendendo os argumentos de defesa do Estado, por quem elas respondiam. Após, passaram a ensaiar os discursos em casa e a fazer simulações com as temáticas, além de contar com a ajuda e avaliação de algumas amigas. As semifinalistas deixam algumas dicas para os acadêmicos que pretendem participar de uma competição internacional:

“Minha dica é ser mais proativo e confiante. Difícil é e sempre será, mas ninguém é melhor do que ninguém e, com dedicação e esforço, consegue-se alcançar o objetivo proposto”, comenta a acadêmica Helena.

“Recomendo ler doutrina, casos e documentos do direito internacional público, antes de sair o caso hipotético, para que quando o mesmo seja divulgado, o participante já tenha estudado um pouco sobre como funciona o direito internacional. Depois disso, treinar bastante o discurso e as perguntas que os juízes podem vir a fazer durante as audiências da competição”, ressalta a oradora Sofia.

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